Hoje assisti ao filme “A Felicidade Não Se Compra” do diretor Frank Capra e percebi o quanto é raro encontrar pessoas no mundo tão bondosas quanto os protagonistas desse filme. Me perguntei, ao ver aquelas cenas, se o ser humano é essencialmente bom ou mau.
Os questionamentos sobre esse tema são antigos, mas notei há algum tempo que eles estão nas entrelinhas de diversos assuntos importantes. Muitos filósofos, ao defenderem um ou outro ponto de vista, parecem ter dado embasamento para o surgimento de vários “ismos” que enchem a pauta das discussões ainda nos dias de hoje.
“O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe” nos diz Rousseau, já Thomas Hobbes nos diz que “o homem é o lobo do homem”, outros filósofos dão suas opiniões... Hoje percebo esses pensamentos principalmente nos discursos de políticos a favor do social e a favor do neoliberalismo respectivamente, já que o conflito Capitalismo vs Socialismo se perdeu no século XX e isso foi o que nos restou. Capra deve ter percebido também: colocou um capitalista como vilão do filme!
Filosofadas e filósofos à parte, me pergunto se só há bondade por parte da mãe da gente e nos filmes... Me esforço a acreditar que não, mas a todo momento o mundo parece mostrar o contrário.
Lembrei das palavras de uma sábia professora: ela disse que a maldade e a bondade são como dois cães que vivem a brigar dentro de todos nós, e ganha aquele que for mais bem alimentado.

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