sábado, 27 de novembro de 2010

O Pequeno Príncipe

Esses dias li “O Pequeno Príncipe”. Li o livro todo de “uma só sentada”. Muito bom, considero a obra excelente.
Muitos podem achar que é um livro infantil. Os que pensam tal coisa certamente não leram. O autor transmite sensibilidade a todo instante e chega a ser, em minha opinião, bastante profundo em determinados momentos.
Ao terminar, adicionei a comunidade do livro no Orkut; pelo número de participantes vejo que muita gente gostou dele também. Acho que todo esse sucesso se deve ao fato de o autor trazer à nossa lembrança princípios fundamentais que parecem ter sido aprendidos (e esquecidos) numa infância remota, quase numa vida passada.
Eis os trechos do livro que estão na comunidade:
“O essencial é invisível aos olhos”;
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”;
"O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando tiveres me cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo”.



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